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Obediência

Por: Melanie Borges

“Samuel respondeu: ‘Acaso o Senhor tem tanto prazer em suas ofertas queimadas e sacrifícios, como tem em sua obediência? Obedecer é muito melhor do que sacrificar. Deus está muito mais interessado em que você atenda ao que Ele ordena do que nas ofertas da gordura de carneiros. Porque a rebelião é tão ruim como o pecado de feitiçaria, e a teimosia é tão ruim como adorar a imagens. E agora, já que você rejeitou a palavra do Senhor, Ele rejeitou a você, para que não seja rei”.

(1 Samuel 15.22,23-BV)

S

aul cometeu um erro. Não obedeceu a ordem expressa de Deus de destruir tudo que havia na terra dos amalequitas. Levou, além do rei Agague vivo, o gado mais gordo e tudo o que achou que “era uma pena” destruir. Saul disse a Samuel que o gado seria sacrificado a Deus e ouviu a a palavra sábia de Samuel que vemos acima. Quão triste e humilhante não foi para Saul ouvir isto? E quantas vezes nós não fazemos o mesmo? Falhamos em situações diversas da nossa vida: faltamos a compromissos na igreja para fazer outras coisas que julgamos mais importantes, fazemos sociedades e entramos em relacionamentos com pessoas que não são do povo de Deus, deixamos de contribuir com dízimos e ofertas para não faltar dinheiro em casa. E, envolvidos em tantos esforços, nos esquecemos de que são inúteis, porque não têm a aprovação de Deus.

Essa aprovação é mais necessária do que qualquer outra coisa que possamos querer ou ter. O que é melhor do que ter a aprovação de alguém que conhece o nosso futuro, que sabe cada conseqüência do que fazemos hoje? E, por isso, o nosso Deus merece mais confiança do que qualquer outra pessoa que nós conheçamos ou em quem nós confiemos. Essa aprovação é muito melhor que tudo que possamos ter aqui. A obediência traz para nossas vidas muito mais do que esperamos ou mesmo cremos. Deus está pronto a nos recompensar pela nossa obediência e fidelidade, se assim agirmos de todo o coração, por amor a Ele.

Que cada um de nós possa buscar essa obediência a cada dia das menores às maiores coisas do dia-a-dia, e assim ser coroados com a vida eterna.

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Uma mensagem universal pela rede social

Por: Clemir Fernandes Silva, redator da Revista Compromisso, 2º trimestre de 2011.

Paulo era intelectual ativo e antenado com o seu tempo, fato que pode ser comprovado pela quantidade e qualidade dos textos que ele produziu, embora nem todos os seus escritos tenham sido preservados e chegado até nós.

A utilização de meios de comunicação, como as cartas por ele enviadas, é outro exemplo de uma pessoa bastante atenta e contextualizada com sua época.

Podemos dizer, com segurança, que se fosse hoje, Paulo seria um ativo participante de redes sociais na internet, explorando ao máximo essas ferramentas eletrônicas a fim de enviar ao maior número de pessoas as suas mensagens.

Sempre no afã de falar de Cristo, orientando a todos a viverem de acordo com os preceitos do evangelho.

Foi exatamente assim que ele agiu em seu contexto, fazendo uso dos mais pertinentes recursos de comunicação.

Um indiscutível exemplo de capacidade intelectual, sensibilidade afetiva, e acima de tudo, lucidez espiritual do apóstolo é o capítulo 13 da Primeira Epístola aos Coríntios. Este texto que trata da suprema excelência do amor é reconhecido e celebrado em várias culturas do mundo, independente de religiões, devido à sua força, consistência e beleza.

Mas, além deste libelo ao amor, as epístolas de I e II Coríntios trazem ainda outros belos, sábios e necessários ensinamentos – orientações espirituais e éticas pertinentes não apenas para as pessoas do contexto do mundo antigo.

A importância dessas cartas paulinas é que são um texto universal, que serviram tanto aos coríntios, e outros povos dos primeiros séculos, quanto servem hoje aos brasileiros, equatorianos, cubanos, sudaneses, palestinos, malásios, neo-zelandeses, iglus, islandeses, ciganos, e a todos aos demais povos, culturas, tribos, línguas e nação de todo o mundo.

Porque a mensagem de Deus aos seres humanos é sempre universal.

Convidamos você a esta abençoadora tarefa de estudar, renovadoramente, estas cartas paulinas, e além disso, utilizar suas redes sociais, sejam elas reais ou virtuais, para comunicar esta mensagem bíblia universal a todas as pessoas de seus relacionamentos. E mesmo àqueles outros que vierem a se inserir em suas redes sociais.

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Além de falar, praticar

Por: Matheus Martins

"O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração". Lucas 4:18

O que é Evangelização? Evangelizar é tarefa primordial da Igreja, principalmente quando ela entende o seu momento e o seu papel histórico e, por isso, se articula na sociedade como comunidade alternativa para “salvar” aqueles que perderam o horizonte da vida e não tem os referenciais acerca de Deus.

Transmitir o evangelho de Jesus Cristo a humanidade, para que elas assim possam conhecer a palavra de Deus para por fim entenderem, se converterem e serem salvas. Falar, louvar, orar e o principal com as nossas vidas.

Numeros 13: 1 e 2: Evangelização com as nossas vidas!!!

Contexto histórico:

No livro de Gênesis percebemos como nosso bondoso Deus cria o mundo, os animais e por fim coloca o ser humano como coroa da criação.

Ainda neste livro vemos como o pecado entra no mundo através de Adão e Eva e a promessa de Deus “que da semente da mulher nasceria aquele que esmagaria a cabeça da serpente” Gên 3.15.

Em Êxodo percebemos a maravilhosa história de Moisés que através do poder do Senhor livra o povo de Israel das mãos dos egípcios através das 10 pragas e abre o mar vermelho para que seu povo pudesse passar e estar livre.

Em Levitico temos todas as leis e regulamentos a respeitos de rituais e cerimônias.

Por fim entramos no livro de Números onde o povo de Deus esta prestes a entrar na terra prometida.

Quem iria entrar? E quais seus objetivos?

Então o Senhor fala a Moisés para enviar 12 homens de cada tribo para espiarem a terra de Canaã, esses homens são:

Da tribo de Rubem: Samua Da tribo de Zebulon: Gadel

Da tribo de Simeao: Safate Da tribo de José pela tribo de Manasses: Gadi

Da tribo de Júda: Calebe Da tribo de Dã: Amiel

Da tribo de Issacar: Jigeal Da tribo de Aser: Setur

Da tribo de Efraim: Oseias Da tribo de Naftali: Nabi

Da tribo de Benjamim: Palti Da tribo de Gade: Geuel

E no versículo 16 Moisés chama a Josué.

Objetivos traçados:

- Se o povo que la habita, é forte ou fraco?

- Se pouco ou muito?

- Quais são as cidades que lá habitam.

- Trazer um fruto da terra.

Ao fim de 40 dias voltaram os espias e vieram a Moisés e a Arão mostrando o fruto e contaram o que viram. A terra realmente mana leite e mel e muito boa, porém, o povo que nela habitava era muito poderoso e as cidades ao redor fortes e grandes.

Mediante a esse fato o povo começou a temer dizendo que não conseguiriam vencer tal povo. Josué e Calebe por sua vez sabiam que a vitoria viria do Senhor, entretanto povo e os demais espias estavam com medo e desmotivados.

Então o povo chorou e murmurou contra Moisés (Números 14: 6 e 7).

Naquela época Deus chamou 12, 13 homens, hoje Deus chama a todos para testemunharmos de Seu Amor, precisamos confiar nEle.

O mundo representa o povo de Israel.

Será que estamos do lado de Calebe e Josué ou do povo de Israel?

Antes de tudo precisamos ser discípulos

Lucas 14: 25 a 27.

Ser de Jesus não é fácil, pois seremos perseguidos, por isso para falarmos em evangelizar precisamos viver isso antes. Como está nossa leitura da bíblia a nossa comunhão com Deus?

Eu não posso falar de Deus se eu não tenho comunhão com ele.

- Josué e Calebe estavam sozinhos e no nosso dia a dia nós também estamos sozinhos.

Fazer a diferença

Josué e Calebe fizeram a diferença, no entanto só os dois entraram na terra prometida e como eles nós também onde estivermos devemos mostrar que somos diferentes e que temos Cristo em nossas vidas.

Sermos corajosos

Josué e Calebe estavam contra todos, só eles confiaram no Senhor. Como já dito vamos estar em menor número no mundo ai fora e por isso precisamos nos preparar e sermos corajosos. Essa virtude deve fazer parte de nossas vidas, não devemos ter vergonha de quando perguntados se somos evangélicos, de responder que sim.

Personalidade para dizer não: “vou não, posso não, quero não!”

Salmos 1.4

A Oportunidade de pregar o evangelho nem sempre vai existir, mas quando ela ocorrer devemos estar preparados e sempre lembrar da frase de Agostinho “precisamos falar de Cristo a todo o tempo, e se possível for".
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Como ser igual a Cristo



Por: Secretaria de Comunicação

Foi realizado no último sábado, 16/04, o primeiro culto dirigido pela UNIJOVEM PIBPP na missão do Parque Cedral.

A direção foi feita pelo irmão Oswaldo Moreira e a pregação foi realizado pelo irmão Everton Correia.

Fizeram apresentações especiais as irmãs Marcela e Melissa, o grupo Haggios, o conjunto Expressão de Vida e ainda o grupo de Jovens do Parque Cedral.

O título da mensagem proferida pelo irmão Everton Correia foi como ser igual a Cristo, ele a dividiu em dois aspectos: o primeiro foi a necessidade de ter o mesmo sentimento que Jesus Cristo teve e o segundo a necessidade de abandonar o próprio "eu".

O culto contou com a presença de 60 pessoas e logo após o término houve uma confraternização em comemoração ao aniversário da irmã Kátia Souza.

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10 Mandamentos


Por: Secretaria de Comunicação

O quarto culto de louvor e adoração dirigido pela Unijovem PIBPP foi realizado no último sábado, 09/04, estiveram presentes cerca de 50 pessoas, o louvor foi dirigido pelo grupo Haggios e o dirigente foi o irmão Matheus Martins, a mensagem ficou a cargo do irmão Manoel Augusto Araújo.

Araújo tratou sobre o jovem rico e os 10 mandamentos em sua pregação, contou que desde quando foi chamado para pregar tinha até definido um tema com o Matheus Martins que foi quem o convidou, porém na segunda-feira entendeu de Deus que ele deveria falar sobre os 10 mandamentos.

Ele contou que durante sua ida para Nova Andradina, ele deu carona a um senhor na estrada e esse senhor recitou para ele os 17 versículos do capítulo 20 do livro de Êxodo que falam sobre os 10 mandamentos, naquele momento então Araújo entendeu de Deus que deveria falar sobre esse tema.

Logo após contar como ele tinha chego até aquele tema, disse que

os 10 mandamentos só tornam-se fáceis de serem cumpridos quando o amor a Deus está acima de todas as coisas.

O pregador ainda falou de cada um dos 10 mandamentos.

O culto teve ainda a presença de um visitante.

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A necessidade da disposição

Por: Evandro Fernandes

Não são raras as situações, ou ocasiões em que nos deparamos com a necessidade da disposição. Embora seja de grande relevância a disposição, às vezes, é relegada a segundo, terceiro ou muitos outros planos.

As pessoas se habituam, ou estão se habituando e se disporem na medida da sua conveniência, necessidade ou mera curiosidade.

Da palavra de Deus extraímos um belo exemplo de disponibilidade, transcrita no livro de 2 Coríntios, 12.15, onde Paulo diz: Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado.

Primeiramente, vale lembrar que esse texto foi escrito por Paulo, um vaso escolhido por Deus para levar sua palavra diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel, conforme Atos 9.15, e seu exemplo de disposição salta aos olhos por alguns aspectos extremamente importantes.

Primeiro, Paulo tinha plena ciência de sua missão e, de forma clara o objetiva, particularmente gosto da objetividade da palavra de Deus, e faria isso de muito boa vontade.

Vemos aqui uma disposição totalmente desinteressada, alheia a interesses pessoais, ou interesses que conduzissem para uma vontade que não fosse a vontade do Senhor.

Assim como Paulo, e apenas para exemplificar, Abraão se dispôs sem questionar a Deus para onde ia, ou qual era a terra que Deus lhe prometera, gn 12; Rute se dispôs a seguir sua sogra Noêmi onde quer que ela fosse, onde quer que ela pousasse e afirmou categoricamente que o Deus de Noêmi seria o seu Deus, rt 1.16; e, por fim, Isaias ao se apresentar e afirmar envia-me a mim, is. 6.8.

Além da liberalidade em seus esforços, Paulo não estava preocupado com a retribuição, antes, pelo contrário, estava disposto a amá-los mais mesmo que fosse menos amado.

No original, veremos que a expressão “gastar” e “se deixar gastar” indica “gastar totalmente”, ou seja, não se tratava de uma disposição dosada, que vai até um determinado limite e que se esvai num determinado ponto.

Paulo estava disposto a se gastar totalmente pelas almas daqueles que estavam em corinto, sem se importar se esse esforço seria ou não retribuído, reconhecido, investindo tempo para orar, ensinar, pregar, interceder, enfim, Paulo estava disposto a se esvaziar para que seus contemporâneos pudessem se encher da graça redentora do Senhor Jesus.

Até que ponto, ou até onde vai sua disposição?

Saiba que é necessário nos dispormos em favor daqueles que ainda não alcançaram a graça do Senhor Jesus em suas vidas, afirmando como Paulo, ainda que amando-vos cada vez mais, seja menos amado.

Eis um grande desafio. Disposição para amar sem se importar em ser ou não amado em contrapartida, disposição por aqueles que ainda não foram alcançados e que estão, na maior parte das vezes ou do dia, muito próximos a você

Que Deus o abençoe e que Paulo seja um exemplo de disposição na sua vida.

Maranata.

http://www.youtube.com/watch?v=LCqvL-nENZU

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O Concerto da Sua Vida

Por: Lília Lebedenco

Ester, a Estrela de Deus

Dos sessenta e seis livros que há na Bíblia apenas dois têm o nome de mulher, o primeiro é Rute e o segundo é Ester.

· Enquanto Rute é a história de uma mulher gentia que se casou com um judeu, Ester é a história de uma mulher judia que se casou com um gentio.

· O nome hebraico de Ester era Hadassa, que significa murta (planta arbustiva).

Ester é um nome persa, que significa estrela.

· Ela era descendente da tribo de Benjamim, pequena tribo que permaneceu unida à grande tribo de Judá após a divisão do reino, assim os benjamitas foram considerados judeus.

· Ester era órfã e foi adotada e criada pelo seu tio (primo) Mordecai (Mardoqueu), outro benjamita.

N No terceiro ano de seu reinado, Assuero (Xerxes), rei da Pérsia, deu um banquete de sete dias. No último dia, mandou que chamassem Vasti, então rainha, para exibi-la diante dos presentes no banquete. Vasti era muito bela. Ela se recusou a atender ao chamado do rei, que foi então orientado por seus conselheiros a destituir Vasti; para que seu mau comportamento não influenciasse as demais mulheres do reino a desobedecerem seus maridos.

Alguns anos se passaram e o rei sentiu falta de uma rainha ao seu lado, mesmo dispondo de um harém.

Eis então o concurso...

“Então disseram os servos do rei, que lhe serviam: Busquem-se para o rei moças virgens e formosas".Et. 2.2

“...levaram também Ester ao palácio do rei, à custódia de Hegai, guarda das mulheres. E a donzela agradou-lhe, e alcançou o favor dele; pelo que ele se apressou em dar-lhe os cosméticos e os devidos alimentos, como também sete donzelas escolhidas do palácio do rei; e a fez passar com as suas donzelas ao melhor lugar na casa das mulheres”. Et. 2: 8-9

Desde o princípio, ao entrar no palácio como desconhecida, Deus cuidou de Ester. Ele estava conduzindo tudo com perfeição, nos Seus propósitos. A preparação das mulheres durou um ano, seis meses com mirra e seis meses com perfumes.

"E o rei amou a Ester mais do que a todas as mulheres, e ela alcançou graça e favor diante dele mais do que todas as virgens; de sorte que lhe pôs sobre a cabeça a coroa real, e a fez rainha em lugar de Vasti”. Et 2.16-17.

Mesmo sendo Rainha, Ester permaneceu fiel e submissa a Mordecai - Et 2.20. Ele a orientou para que não revelasse sua origem judaica.

Mordecai provavelmente tinha algum posto no palácio, o vemos sentado ao portão. Ele descobriu uma conspiração de dois eunucos, guardas da porta, Bigtã e Teres, contra a vida do rei. Ester, instruída e orientada por Mordecai denunciou a conspiração e salvou a vida do seu esposo - Et 2.21-23.

Hamã, o incircunciso

Hamã, um oficial do reino de Xerxes, odiava os judeus e planejou destruí-los. Nesta situação, o ódio de Hamã é representativo do ódio que há no coração de Satanás pelo povo de Deus.

Era Amalequita, arquiinimigo dos Judeus (Dt. 25:17-19 / Êx. 17:8-16 e 1 Sm. 15). Amaleque simboliza a carne – Hamã, sendo de sua família, representa a luta da carne contra os Filhos de Deus.

Através de mentiras, obteve um decreto da parte do rei para acabar com todos os judeus do império.

Ester, a Estrela de Deus

Mordecai, ciente do perigo, avisou acerca desta tentativa a Ester que reagiu com tristeza e temor.

Ester sabia que qualquer um que entrasse na presença do rei, sem ser chamado, teria apenas uma sentença: a morte. A menos que o rei estendesse o seu cetro de ouro para a pessoa.

Mordecai, portanto, desafiou e encorajou Ester:

“Então Mordecai mandou que respondessem a Ester: Não imagines que, por estares no palácio do rei, terás mais sorte para escapar do que todos os outros judeus. Pois, se de todo te calares agora, de outra parte se levantarão socorro e livramento para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se não foi para tal tempo como este que chegaste ao reino?” Et 4.13-14.

Ester refletiu e reagiu pedindo ajuda em oração a seu povo, assim decidiu se arriscar para poder interceder diante do rei mesmo violando costumes da época:

“Vai, ajunta todos os judeus que se acham em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; e eu e as minhas moças também assim jejuaremos. Depois irei ter com o rei, ainda que isso não seja(é?) segundo a lei; e se eu perecer, pereci”. Et 4.6.

Esse não é o clamor desesperado de uma mártir, mas o testemunho de uma crente disposta a fazer tudo por seu Senhor. Em Daniel 3.13-18 vemos Sadraque, Mesaque e Abednego se negando a se prostrar à imagem do rei, e não temeram a fornalha de fogo. Atitude de testemunho semelhante a de Ester.

No capítulo cinco Ester veste suas roupas reais e se apresenta diante do rei rompendo os costumes reais da época, mas achou graça diante dele que lhe disse:

O que é, rainha Ester? Qual é a tua petição? Até metade do reino se te dará”.Et 5.3.

Então de forma sábia, paciente e prudente, ela não pediu nada, antes convidou o rei a um banquete, para o qual Hamã também foi convidado.

Durante o banquete, o rei repetiu a pergunta a Ester, que novamente usou de sabedoria e paciência e o convidou a um novo banquete, que Hamã também participaria, ele aceitou com muito prazer esse convite.

Antes do segundo banquete, Hamã mandou construir uma forca para Mordecai, pois este jamais se curvou a Hamã, o que o insultava profundamente, ferindo seu orgulho e aumentando seu ódio pelos judeus.

No segundo banquete o rei repetiu novamente a Ester:

“Qual é a tua petição, rainha Ester? E ser-te-á concedida; e qual é o teu rogo? Até metade do reino se te dará”. Et 7.2.

Então confiando no Senhor, Ester pediu:

“Ó rei! Se eu tenho alcançado o teu favor, e se parecer bem ao rei, seja-me concedida a minha vida, eis a minha petição, e o meu povo, eis o meu rogo; porque fomos vendidos, eu e o meu povo, para sermos destruídos, mortos e exterminados; se ainda por servos e por servas nos tivessem vendido, eu teria me calado, ainda que o adversário não poderia ter compensado a perda do rei”. Et. 7.4-5.

Ester não agiu precipitadamente, antes procedeu com muita sabedoria e tato feminino conquistando o rei com muita paciência.

Ela denunciou Hamã e este desesperado se lançou nas pernas dela que estava deitada no divã, o rei que saiu ao jardim para pensar, ao voltar viu essa cena e furioso mandou enforcar a Hamã na forca que ele mesmo preparou para Mordecai. Et 7.7-10.

Nesse mesmo dia Ester declarou seu parentesco com Mordecai e este foi honrado pelo rei recebendo os bens de Hamã. Et 8.1-2.

Ester novamente se apresentou diante do rei e se prostrou diante dele para suplicar pelo seu povo.

O rei autorizou um novo decreto permitindo que os judeus se defendessem de seus inimigos, Et 8.7-14.

Então, Mordecai foi exaltado e seu povo foi abençoado.

Lições para a vida:

Um aspecto peculiar no Livro de Ester é que o nome de Deus não é mencionado. No entanto, vestígios de Deus e seus caminhos transparecem em todo o livro, especialmente na vida de Ester e Mardoqueu.

Da perspectiva humana, Ester e Mardoqueu foram as duas pessoas do povo menos indicadas para desempenhar funções importantes na formação da nação. Ele era um judeu benjamita exilado; ela era prima órfã de Mardoqueu, adotada por este (Et. 2.7).

A maturidade espiritual de Ester se percebe na virtude dela saber esperar pelo momento que Deus julgou adequado, para, então, pedir ao rei a salvação do povo e denunciar Hamã (Et. 5.6-8; 7.3-6).

Mardoqueu também revela maturidade para aguardar que Deus lhe indicasse a ocasião correta e lhe orientasse. Em conseqüência, ele soube o tempo certo de Ester desvendar sua identidade judaica. (Et. 2.10).

Esta espera divinamente orientada provou ser crucial (6.1-14; 7.9,10) e comprova a base espiritual do livro.

Finalmente, tanto Ester quanto Mardoqueu temiam a Deus, não a homens.

Independentemente das conseqüências, Mardoqueu recusou-se a prestar honras a Hamã. Ester arriscou sua vida por amor do seu povo quando foi ao rei sem ter sido convidada.

Curiosidade:

Religiosamente, o livro foi escrito para explicar a origem da festa judaica do Purim (Et 9.16-32), pelo que anualmente o livro é lido publicamente. Há profundo respeito neste tempo, semelhante ao concedido na leitura dos livros de Moisés.

Cada vez que o nome de Hamã é lido, os judeus reagem fortemente batendo os pés no chão e clamando:

“Que seu nome seja destruído”.

A palavra Purim vem de Pur (sorte em hebraico). Hamã pediu para que sua mulher, Zeres, lançasse o pur para escolher o dia e o mês do extermínio dos judeus, que foi publicado no decreto para o dia 13 do mês de adar (duodécimo mês- seria, para nós, entre fevereiro e março).

A “sorte” dos judeus foi mudada através do novo decreto que Ester conseguiu por meio do rei, o que seria extermínio, se tornou vitória, os judeus venceram seus inimigos e comemoraram durante os dias 14 e 15 de adar. Estes foram os dias estabelecidos por Ester e Mardoqueu para que se celebrasse a vitória, todos os anos.

Foram mortos 75 mil dos inimigos dos judeus.

O agir que não é nosso...

Espírito Santo em Ação: O ministério do Espírito Santo está representado pela figura generosa do eunuco Hegai, quem concede dons e cuidados a Ester para esta se apresentar diante do rei com beleza, humildade, sabedoria e amor.

O Espírito Santo mostra-se através do quebrantamento de Mardoqueu e Ester junto ao povo em jejum e oração em unanimidade (Et 4.1-6).

Enquanto Vasti rejeita entrar na presença do rei, Ester o convida para dois banquetes, no primeiro não pede nada, isso nos mostra que nós devemos buscar a presença de Deus com alegria acima de qualquer outra coisa.

Já no capítulo 8, Ester entra na presença do rei ousadamente com temor e tremor, da mesma forma o Espírito nos ensina a entrar na presença do Senhor, nosso Deus com reverência.

O nosso agir

A igreja de Cristo deve ter o Espírito de Ester para brilhar em meio ao pecado do egoísmo. E assim prostrada e rendida diante do rei do universo deve ocupar o seu lugar na obra missionária para salvação de muitas almas.

O Senhor Jesus exigiu e exige um testemunho radiante de seus discípulos:

“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”. Mt 5.16.

Lembremos que a lua não tem luz própria, mas ela reflete a luz do sol, assim nós como Ester, uma estrela de Deus, reflitamos a luz do Senhor em nossas vidas.

“Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento de outra parte sairá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino?” Et. 4:14

Façamos nossa parte, não observando as dificuldades ao redor, não observando da perspectiva humana, não considerando nossas limitações. Mas, olhando e confiando somente em Deus, que é quem cuida de nós e pode nos usar para todos os Seus propósitos, brilhemos a Sua luz! Como ELE quiser!

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Os Três "C" dos Jovens Cristãos

Por: Secretaria de Comunicação

Cristo. Carreira. Casamento. Essa foi à tríade que norteou a mensagem proferida pelo pastor Edson Borges de Souza, no último sábado, 02/04, no culto dirigido pela Unijovem na casa da irmã Lília Lebedenco Silva.

O pastor abordou esse tema porque naquela mesma noite a irmã Lília Lebedenco Silva e o irmão Gabriel de Carvalho ficaram noivos.

O pregador disse que a o mais importante na vida de um jovem, não é saber com quem vai ou não namorar, noivar ou casar mais sim ter Jesus Cristo habitando em sua vida, porque a partir do momento em que Jesus é aceito como

Único e Suficiente Salvador, as preocupações em todas as áreas da vida são entregues a Jesus, para que Ele resolva conforme a Sua Vontade, porque Ela é boa, perfeita e agradável.

O segundo assunto da tríade foi a carreira, pois todo jovem sonha em fazer uma faculdade e ter um emprego, e o pastor ressaltou que “os jovens cristãos precisam fazer a diferença e na carreira principalmente”. Falou ainda que precisam buscar sempre crescer e melhorar profissionalmente.

E por último, o casamento, o pastor afirmou que “depois que você tem Jesus, tem um

a carreira estabelecida aí sim você deve partir para o terceiro “c” que é o casamento”.

Ele orientou para que o jovem cristão não busque namorar várias meninas, mas que peça a direção de Deus para a melhor escolha e que tenha um namoro nos moldes cristãos.

O culto contou com a direção do irmão Thiago Oliveira, um dueto pelos irmãos Érica Camacho e Oswaldo Moreira e estiveram presentes cerca de 30 pessoas.

Link do facebook para conferir mais fotos: http://www.facebook.com/album.php?aid=22739&id=100002119142693

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